Rara moeda de ouro é descoberta em Israel
Arqueólogos trabalhandoem Tel Kedesh, nordeste de Israel, descobriram uma moeda de ouro extremamente rara e cunhada em Alexandria pelo rei Ptolomeu V.
Conforme o chefe do Departamento de Moedas da Associação de Antiguidades de Israel, Dr. Donald T, Ariel, "esta é a mais pesada e mais valiosa moeda de ouro antiga já encontrada em uma excavação em Israel". A moeda possui uma representação de uma rainha, que se acredita seja Arsinoe II Philadelphus, que era esposa de seu meio-irmão Ptolomeu II. No entanto, é possível que seja "Cleópatra I, esposa de Ptolomeu V e filha de Antíoco III".
As excavações em Tek Kedesh, próximo à fronteira de Israel com o Líbano,estão sendo sustentadas pelas universidades de Michigan e de Minnesota.
Nas palavras do Dr. Ariel esta é uma descoberta numismática impressionante.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Manuscritos do Mar Morto
QUEM ESCREVEU OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO?
Já existe tradução para a língua portuguesa do livro em que o professor Norman Golb defende sua provocativa hipótese de que os Manuscritos do Mar Morto não foram escritos por membros da seita judaica dos essênios. Chama-se "Quem escreveu os Manuscritos do Mar Morto?" e foi editado pela Imago.
Já existe tradução para a língua portuguesa do livro em que o professor Norman Golb defende sua provocativa hipótese de que os Manuscritos do Mar Morto não foram escritos por membros da seita judaica dos essênios. Chama-se "Quem escreveu os Manuscritos do Mar Morto?" e foi editado pela Imago.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Manuscritos do Mar Morto
LADRÃO DE IDENTIDADE PRESO EM DISPUTA SOBRE OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO
Por décadas, a origem dos Manuscritos do Mar Morto tem sido intensamente debatida.
A teoria que tem ampla aceitação é que esses documentos antigos, que incluem textos das Escrituras Hebraicas, foram escritos a mais de três séculos antes de 100 E.C. por uma facção judaica conhecida como essênios. Os seguidores desse grupo judaico se localizavam em Qumran, uma região perto do Mar Morto, onde foram descobertos os manuscritos entre 1947 e 1956.
Uma teoria alternativa, apaixonadamente proferida por um professor da Universidade de Chicago, é que os autores dos manuscritos não seriam os essênios, e que os manuscritos eram mantidos em várias bibliotecas em Jerusalém até serem escondidos nas cavernas em torno de Qumran para sua proteção durante a Guerra dos Romanos que se deu entre 67 e 73 E.C. Qumran, ele diz, não era um monastério essênio, mas uma fortaleza, um dos vários bastiões defensivos em torno de Jerusalém.
O professor que defende essa teoria, apesar das críticas significativas, chama-se Norman Golb. Um de seus maiores aliados nessa ideia é seu filho, Raphael Haim Golb.
Porém, promotores disseram na terça-feira (4 de março de 2009) que Raphael Golb levou a defesa da teoria de seu pai muito longe. Ele é acusado de ter usado identidades roubadas de várias pessoas, incluindo a de um professor da Universidade de Nova York que discordava de seu pai, para promover a teoria dele e denegrir seus críticos.
Golb foi preso e está sendo acusado pela Corte Criminal de Manhattan por roubo de identidade.
Fonte: http://www.nytimes.com/2009/03/06/nyregion/06scrolls.html
Por décadas, a origem dos Manuscritos do Mar Morto tem sido intensamente debatida.
A teoria que tem ampla aceitação é que esses documentos antigos, que incluem textos das Escrituras Hebraicas, foram escritos a mais de três séculos antes de 100 E.C. por uma facção judaica conhecida como essênios. Os seguidores desse grupo judaico se localizavam em Qumran, uma região perto do Mar Morto, onde foram descobertos os manuscritos entre 1947 e 1956.
Uma teoria alternativa, apaixonadamente proferida por um professor da Universidade de Chicago, é que os autores dos manuscritos não seriam os essênios, e que os manuscritos eram mantidos em várias bibliotecas em Jerusalém até serem escondidos nas cavernas em torno de Qumran para sua proteção durante a Guerra dos Romanos que se deu entre 67 e 73 E.C. Qumran, ele diz, não era um monastério essênio, mas uma fortaleza, um dos vários bastiões defensivos em torno de Jerusalém.
O professor que defende essa teoria, apesar das críticas significativas, chama-se Norman Golb. Um de seus maiores aliados nessa ideia é seu filho, Raphael Haim Golb.
Porém, promotores disseram na terça-feira (4 de março de 2009) que Raphael Golb levou a defesa da teoria de seu pai muito longe. Ele é acusado de ter usado identidades roubadas de várias pessoas, incluindo a de um professor da Universidade de Nova York que discordava de seu pai, para promover a teoria dele e denegrir seus críticos.
Golb foi preso e está sendo acusado pela Corte Criminal de Manhattan por roubo de identidade.
Fonte: http://www.nytimes.com/2009/03/06/nyregion/06scrolls.html
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